Estudante de Medicina defende que bem-estar físico, mental e social deve ser prioridade tanto para pacientes quanto para profissionais da saúde.
O conceito de saúde tem evoluído ao longo do tempo. Hoje, a Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidades”. Para Keit Maciel da Gama, estudante de Medicina, essa definição deve orientar tanto a prática médica quanto os hábitos da população.
“A qualidade de vida precisa ser considerada parte integrante da saúde. Não basta tratar sintomas; é necessário avaliar como a pessoa vive, se ela tem apoio social, tempo para descanso, acesso a lazer e alimentação adequada”, afirma Keit Maciel da Gama.
A estudante ressalta que fatores como estresse, poluição, más condições de trabalho e sedentarismo podem ser tão prejudiciais quanto doenças clínicas. “Um paciente pode não ter diagnóstico médico, mas ainda assim estar doente em sua forma de viver. A falta de qualidade de vida compromete a saúde como um todo”, explica Keit Maciel da Gama.
Segundo ela, o papel da Medicina moderna deve ser ampliar esse olhar. “Quando falamos em medicina preventiva, estamos também falando em melhorar a qualidade de vida das pessoas, criando condições para que elas vivam mais e melhor”, destaca.
Keit Maciel da Gama também observa que os profissionais da saúde precisam cuidar da própria qualidade de vida para oferecer um atendimento mais humano e eficiente. “A rotina médica é exigente e muitas vezes exaustiva. Reconhecer a importância do descanso, da saúde mental e do equilíbrio pessoal é fundamental para que possamos cuidar melhor dos outros”, comenta.
Para ela, qualidade de vida não é luxo, mas necessidade. “Viver bem significa ter energia, disposição e saúde para realizar sonhos e enfrentar desafios. Esse deve ser um objetivo central da Medicina”, conclui Keit Maciel da Gama.










