A prisão preventiva do tio de Samylle Valentina Borba Ramiro, uma menina de apenas 4 anos, foi determinada pela Justiça em Porto Alegre. A ação foi efetivada nesta quinta-feira (20).
Samylle foi levada à UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) Bom Jesus na segunda-feira (17), já sem vida e apresentando marcas de violência em seu corpo.
No mesmo dia em que a criança faleceu, o MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) manifestou-se a favor da prisão preventiva. A promotora Luciana Romani, da Promotoria Criminal de Porto Alegre, elaborou um parecer nesse sentido.
No parecer, a promotora destacou a seriedade do caso e a presença de indícios de agressões físicas contínuas. Sustentou que a prisão preventiva era necessária para assegurar a ordem pública e para o andamento das investigações.
A investigação está sob sigilo judicial e é realizada pela Polícia Civil. Durante seu depoimento, o tio teria confessado ter “dado palmadas” em Samylle com o intuito de “corrigi-la”.
Além disso, o MP-RS comunicou que está monitorando os procedimentos judiciais relacionados ao caso e que os familiares de Samylle receberão atendimento por meio da Central de Atendimento às Vítimas, onde terão acesso a orientação jurídica e apoio psicológico.
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