As autoridades dos Estados Unidos refutaram no domingo (1°) as alegações de que o porta-aviões USS Abraham Lincoln tenha sido atingido por mísseis do Irã. O navio foi enviado à costa do Oriente Médio para reforçar os ataques contra o país persa, que iniciaram no sábado (28). Os bombardeios continuam na região.
O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã afirmou que quatro mísseis balísticos foram lançados contra a embarcação no domingo e teriam atingido o porta-aviões.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), responsável por operações militares na Ásia Central e no Oriente Médio, divulgou imagens de caças decolando do navio em suas redes sociais e garantiu que os mísseis “não chegaram nem perto”.
“O Lincoln continua a lançar aeronaves em apoio à incansável campanha do Centcom para proteger o povo americano, eliminando ameaças do regime iraniano”, afirmou o texto divulgado nas redes sociais.
O Centcom também relatou que três militares americanos perderam a vida e cinco ficaram gravemente feridos durante os ataques contra o Irã. Outros “vários” ficaram levemente feridos e devem retornar ao combate.
Guerra
Estados Unidos e Israel realizaram bombardeios contra vários alvos no território iraniano, resultando em centenas de mortes, incluindo autoridades do país. Entre os falecidos está o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei.
Neste domingo (1º), foi anunciada a formação de um órgão colegiado para substituir Khamenei. De acordo com o jornal estatal Tehran Times, o conselho é formado pelos chefes do Executivo, presidente Masoud Pezeshkian; do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejeie; e do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.
A matéria original foi publicada no site Agora RS.










